Investir nas soluções Prolog se paga? Veja em quanto tempo o retorno aparece

Clientes Prolog reportam economias de R$20 mil/mês. Entenda de onde vem o retorno de cada solução e em quanto tempo o investimento se paga.
Em quanto tempo o investimento em Prolog App se paga (dados de clientes reais).

Quando um gestor de frota avalia contratar um sistema de gestão, a pergunta mais objetiva que ele pode fazer é: em quanto tempo esse investimento se paga? Não é sobre funcionalidades ou dashboards, é sobre retorno financeiro real, medido em reais economizados por mês.

A resposta depende do porte da operação, do nível de controle atual e de quais soluções são implementadas. Mas os dados de clientes Prolog mostram que o retorno costuma aparecer nos primeiros meses e, em muitos casos, já no primeiro trimestre.

O que a Prolog oferece de fato

Antes de falar em retorno, vale alinhar o que está sendo contratado. A Prolog oferece três soluções que a empresa pode implementar de forma independente ou combinada:

Sistema de gestão de pneus

O sistema de gestão de pneus da Prolog é completo para gerenciar o controle do ciclo de vida dos pneus. Ou seja, da aferição de sulco e pressão com equipamento eletrônico próprio até o acompanhamento de recapagens, descartes e CPK por marca e modelo.

Ainda inclui o kit aferidor da Prolog, que se conecta ao sistema e elimina registros manuais.

Checklist eletrônico

O checklist eletrônico da Prolog é uma plataforma de inspeção veicular digital, onde o motorista realiza o checklist pelo aplicativo antes e depois de cada viagem. Dessa forma, itens fora do padrão geram ordens de serviço automaticamente, conectando a identificação do problema à ação de correção.

Sistema de gestão de manutenção

O sistema para gestão de manutenção da Prolog é um software para controle de ordens de serviço, manutenções preventivas e corretivas. Contém também cronograma, histórico por veículo e indicadores de desempenho da oficina.

De onde vem o retorno do sistema de gestão de pneus Prolog

Quando a gente fala em gestão de pneus, esta é historicamente a solução com retorno mais rápido e mais mensurável. Isso porque os pneus são ativos de alto valor, alta rotatividade e com impacto direto em vários custos operacionais.

Os retornos abrangem:

Redução de descarte prematuro

Cada pneu que cumpre o ciclo completo de vida é dinheiro que deixa de sair. Um pneu de caminhão custa, em média, a partir de R$2.200.

Por isso, quando a operação consegue reduzir o descarte prematuro por meio de aferição regular, rodízio planejado e detecção de problemas mecânicos que aceleram o desgaste, a economia é direta e imediata.

Com a Conlog e a implementação do Prolog, este foi o caso: apenas no primeiro mês de uso, conseguiram zerar o descarte de pneus.

Aumento de recapagens aproveitadas

A recapagem custa entre 30% e 40% do valor de um pneu novo e entrega entre 80% e 90% da quilometragem original.

Cada carcaça que é recuperada em vez de descartada representa uma boa economia. Com dados de aferição e histórico de cada pneu, a decisão de recapar ou descartar deixa de ser por inspeção visual e passa a ser orientada por dados.

A Cobeb, cliente Prolog, reduziu em 50% as recusas de recape após iniciar o uso da nossa ferramenta.

Melhoria no CPK

Com o CPK calculado por marca, modelo e perfil de rota, a operação passa a comprar melhor. Ou seja, não o pneu mais barato, mas o que entrega o melhor custo-benefício no ciclo completo. Essa mudança na lógica de compra, sozinha, já gera retorno.

Economia de combustível por calibragem adequada

Pneus com pressão inadequada aumentam a resistência ao rolamento e, consequentemente, o consumo de diesel.

Estudos indicam que a calibragem correta pode representar economia de até 3% no consumo de combustível, um percentual que, em frotas com dezenas de veículos rodando diariamente, se traduz em valores expressivos ao longo do mês.

Uma transportadora cliente Prolog, a MC Transportes, chegou a alcançar 4% de economia.

De onde vem o retorno do checklist eletrônico Prolog

O retorno do Checklist Eletrônico é mais distribuído e, em parte, preventivo. Isso torna alguns ganhos menos visíveis no curto prazo, mas não menos reais:

Eliminação de papel

No caso da Avilan Transportes, a digitalização do checklist e da gestão de pneus eliminou mais de 2 toneladas de papel por mês.

Além do custo direto com impressão e armazenamento, a eliminação do papel representa ganho de agilidade: a informação que antes levava dias para chegar ao gestor passa a estar disponível em tempo real.

Redução de tempo de inspeção

Com o processo padronizado no aplicativo, a inspeção se torna mais rápida e consistente. O motorista segue um fluxo definido, sem esquecer itens, e o registro é imediato. Para operações com dezenas de veículos sendo inspecionados por dia, a economia de tempo acumula.

Detecção precoce de falhas

Quando o checklist identifica uma não-conformidade e a O.S. é aberta automaticamente, a manutenção age antes que o problema evolua.

Resolver um freio com desgaste identificado na inspeção custa menos do que lidar com uma falha em rota, seja isto em reparo, guincho, veículo parado ou carga comprometida.

Redução de sinistros e impacto no seguro

O checklist estruturado garante que veículos não saiam com itens críticos pendentes. Ao longo do tempo, isso se reflete no índice de sinistros da frota e, consequentemente, nas negociações de renovação do seguro.

De onde vem o retorno do sistema de gestão de manutenção Prolog

O retorno da Gestão de Manutenção se manifesta na inversão da proporção entre corretiva e preventiva e no que isso significa financeiramente:

Menos corretiva, mais preventiva

A manutenção corretiva custa mais do que a preventiva em duas dimensões: o reparo em si tende a ser mais caro (porque o problema evoluiu) e o veículo fica parado por mais tempo (porque a demanda não foi programada). Cada corretiva evitada é um ganho duplo.

Aumento de disponibilidade mecânica

Cada veículo a mais rodando por dia é capacidade produtiva que gera receita. Uma frota com 100 veículos que aumenta a disponibilidade mecânica de 85% para 92% coloca, em média, 7 veículos a mais na operação diariamente, sem comprar nenhum ativo novo.

Redução do MTTR (tempo médio de reparo)

Quando a oficina recebe a O.S. com histórico do veículo, contexto da falha e priorização por criticidade, o diagnóstico é mais rápido e o reparo mais assertivo. Isso reduz o tempo que o veículo passa parado na oficina.

O tempo de retorno na prática

O tempo de payback varia conforme o porte da frota, o nível de controle que a operação já tem e quais soluções são contratadas. Mas o padrão observado em clientes Prolog segue uma lógica consistente:

Nos primeiros 30 dias, o foco é na implementação: cadastro de ativos, configuração de parâmetros, capacitação da equipe e início da coleta de dados. Esse período é a fase de construção de base.

A partir do segundo ou terceiro mês, os primeiros resultados começam a aparecer.

Na gestão de pneus, isso se traduz em redução de descartes e aumento de recapagens. No checklist, em detecção de falhas que evitam corretivas. Na manutenção, em maior organização da fila de O.S. e início da inversão entre corretiva e preventiva.

A partir do terceiro ao sexto mês, o retorno tende a se consolidar e superar o investimento mensal. A base de dados já permite análises comparativas, os processos estão rodando e os indicadores começam a revelar padrões que sustentam decisões mais assertivas.

O investimento que mais custa é o que não é feito

Em frotas com mais de 50 veículos, a diferença entre uma gestão de pneus estruturada e uma sem controle pode representar a diferença entre 8% e 20% do custo operacional total em pneus. Isso facilmente significa centenas de milhares de reais por ano.

O investimento em tecnologia de gestão não cria um custo novo: ele torna visíveis os custos que já existem e dá os recursos necessários para entender como reduzi-los.

Agora você gostaria de entender qual o retorno esperado para a sua operação? Converse com um especialista da Prolog e receba um diagnóstico personalizado.

Autor

Jean Zart

Co-fundador e CEO da Prolog, possui mais de 10 anos de experiência no mundo do transporte e logística, tendo atuado nas áreas de análise de gestão e processos. Desde 2016, se dedica à Prolog, motivado a gerar inovação tecnológica e otimização na gestão de frotas.

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