A maioria dos gestores de pneus convive com os mesmos problemas há anos. Sabe que está perdendo pneu antes da hora, sente que poderia estar comprando melhor, reconhece que o controle em papel ou planilha não dá mais conta, mas adia a mudança porque parece que implementar uma solução exigiria parar a operação e recomeçar do zero.
Não exige.
A Prolog se encaixa na operação que já existe, com a borracharia que já está lá, com a equipe que já trabalha e com os processos que já rodam. O que muda é o nível de controle, visibilidade e inteligência que a operação passa a ter sobre os pneus.
Confira agora os cinco problemas que mais aparecem nas operações que procuram a Prolog (e que a gente, de fato, resolve).
Problema 1: Não saber o CPK real dos pneus
Muitas operações sabem quanto gastaram com pneus no mês, mas não sabem quanto cada pneu custou por quilômetro rodado.
Sem o CPK (custo por quilômetro), a decisão de compra se baseia no preço da etiqueta e o pneu mais barato na compra pode ser o mais caro no ciclo completo. Sem essa métrica, também não dá pra comparar marcas, modelos ou fornecedores com objetividade.
Com o uso do Prolog, o sistema calcula o CPK de cada pneu automaticamente, considerando o valor de aquisição, os custos de recapagem e serviços, e a quilometragem efetivamente rodada.
O sistema faz esse cálculo por pneu individual — rastreado pela marca de fogo —, por marca, por modelo e por perfil de rota.
O gestor passa a ter a resposta concreta para perguntas como “qual marca entrega melhor custo-benefício na minha operação?”. E essa resposta vem dos dados da própria frota, não do catálogo da fabricante.
Problema 2: Descarte prematuro de pneus
Pneus saindo da operação antes de cumprir a vida útil esperada. Carcaças sendo recusadas para recapagem porque passaram do ponto. Descartes sem motivo registrado que impedem qualquer análise sobre por que a perda está acontecendo.
Cada pneu descartado antes da hora é, no mínimo, R$2.200 que saíram sem necessidade (o custo médio de aquisição de um pneu de caminhão).
O sistema acompanha a velocidade de desgaste de cada pneu por meio das aferições de sulco e pressão realizadas com o kit aferidor eletrônico da Prolog.
Com essa base de dados, o sistema projeta quando cada pneu vai atingir o limite, permitindo que a equipe programe a troca ou o envio para recapagem no momento certo, antes que a carcaça se comprometa.
O sistema registra cada descarte com motivo padronizado, o que permite ao gestor identificar padrões: se o problema é mecânico (desalinhamento, suspensão), operacional (rota, carga) ou de fornecedor (marca que não performa).
A Conlog, por exemplo, zerou o descarte antecipado de pneus já no primeiro mês de uso da ferramenta de gestão de pneus Prolog.
Problema 3: Falta de padronização na inspeção de pneus
Quando a inspeção de pneus não segue um processo definido, o resultado varia conforme quem executa. Podem acontecer aferições em diferentes intervalos de tempo ou a profundidade dos sulcos medida com métodos diferentes.
O efeito disso é que se e quando os dados chegam à gestão, eles não são comparáveis entre si. E se a base de dados não é confiável, qualquer indicador calculado a partir dela também não é.
O kit aferidor eletrônico da Prolog coleta pressão e profundidade de sulco em um único equipamento, com confiabilidade acima de 99% nos dados. E, mais que isso, o equipamento transmite a leitura via Bluetooth direto pro sistema, sem digitação manual e sem chance de erro de transcrição.
O cronograma de inspeção define a frequência por veículo, e o sistema organiza a fila por prioridade: veículos com mais tempo sem aferição sobem automaticamente pro topo da lista. Quando o aferidor identifica um pneu fora do padrão, o sistema gera a O.S. automaticamente.
Ou seja, o processo inteiro, da coleta ao registro ao acionamento, é o mesmo, independente de quem está na ponta.
Problema 4: Sem visibilidade do estoque e movimentação de pneus
Perguntas simples como “quantos pneus novos temos disponíveis?” ou “esse pneu que saiu pra recapagem há 40 dias já voltou?” dependem de ir ao almoxarifado conferir, porque o controle não acompanha as movimentações em tempo real.
No dia a dia, a equipe faz montagens sem baixa no sistema, carcaças saem pra reforma sem registro de envio e o estoque físico vai se distanciando do que qualquer planilha ou caderno mostra.
Essa divergência é um dos erros mais recorrentes na gestão de pneus e um dos mais custosos, porque compromete desde a decisão de compra até a rastreabilidade dos ativos.
Ao usar um sistema, você passa a ter o rastreio de cada pneu individualmente, desde a entrada no estoque até o descarte. Toda movimentação é registrada no momento em que acontece pelo aplicativo.
Dessa maneira, você tem visibilidade em tempo real de quantos pneus estão aplicados, quantos em estoque, quantos em reforma e quantos foram descartados. Isso elimina a necessidade de contagens manuais periódicas e reduz a divergência entre sistema e realidade.
Problema 5: Gestão em papel ou planilha que não escala
Quando a gestão é feita por processos que envolvem muito trabalho manual na etapa de coleta e registro dos dados, duas coisas podem acontecer: você perder muito tempo mantendo o controle e passando os dados “de um lado pro outro” ou, nem mesmo ter este controle por falta de tempo para conseguir parar e analisar as informações.
Fora outros problemas que poderiam ocorrer no caminho, como a falha no registro das informações, problemas na leitura de informações ao passar pro sistema (nem todo mundo tem uma letra tão legível no papel), e assim por diante.
Com o Prolog, você centraliza todas as informações em uma plataforma acessível via web e aplicativo. Os dados entram na ponta (borracharia, pátio) e ficam disponíveis imediatamente pra análise (escritório, gestão).
Dashboards e relatórios são gerados automaticamente e podem ser exportados ou integrados a ferramentas de BI via API. É a transição do papel pro dado sem que a operação precise parar para acontecer.
E por que a Prolog resolve “sem mudar tudo”
A implementação da Prolog não exige que a operação pare. Ela se encaixa na estrutura que já existe: a borracharia continua funcionando, a equipe continua operando e os veículos continuam rodando.
O processo de implantação começa pelo inventário dos pneus (levantamento do que existe), passa pela configuração do sistema (parâmetros, veículos, filiais) e segue com a capacitação da equipe.
A Prolog também se integra com os sistemas que a operação já usa. A API aberta permite conectar o sistema de gestão de pneus ao ERP, ao BI e a outras ferramentas, eliminando retrabalho e garantindo que os dados fluam entre plataformas.
O que muda não é a operação. É o nível de controle e inteligência que a sua gestão passa a ter sobre um dos seus maiores centros de custo.
Converse com um especialista Prolog para entender como a gente resolve os problemas da SUA gestão de pneus. Estamos te esperando.