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Tecnologia e eficiência logística

O que é uma API e para que ela serve na frota

Jade Zart Jade Zart 5 min de leitura
O que é uma API e para que ela serve na frota

A tecnologia nas frotas está em constante evolução, inovando no desenvolvimento de sistemas e soluções para análise de dados. Para manter todas as informações conectadas e coerentes, é fundamental entender o que é uma API e sua aplicação na gestão de frotas.

As APIs conectam diferentes plataformas e softwares, permitindo a troca de informações em tempo real. Dessa forma, possibilitam que diferentes sistemas “conversem” entre si, fazendo a sincronização automática de informações de veículos, rotas, manutenção e muito mais.

Isso significa que os gestores de frotas podem ter uma visão completa e precisa de suas operações. Entenda mais a seguir sobre:

O que é uma API?

API é uma sigla para “Application Programming Interface”, ou “Interface de Programação de Aplicativos”. Trata-se de um recurso tecnológico para realizar a integração de diferentes sistemas e cruzar os dados contidos em cada um deles de modo automatizado.

Para que serve a API?

Sua principal função é fazer a comunicação de dados entre os diferentes sistemas que forem integrados. Ela serve também para facilitar e agilizar a sua rotina de análise de dados e tomada de decisões.

Por meio da integração de sistemas, você tem uma visualização mais completa dos acontecimentos diários da operação e pode também acelerar a descoberta de problemas e encontrar soluções adequadas com eficiência.

Por que usar uma API na gestão de frotas?

Automatizar o compartilhamento de dados entre setores

Se ainda existe alguma dúvida sobre o que é uma API, entenda que, ao invés de ficar exportando informações e incluí-las em outro local, isso passa a acontecer de maneira automatizada pela API.

Ter segurança e confiabilidade das informações

A interferência humana é passível de erros e, por meio da tecnologia de integração de dados, não há nenhum tipo de influência.

Por isso, quando não é necessário fazer trabalhos manuais de transferência de dados, seja pela exportação e importação, ou pelo preenchimento manual e direto em uma planilha ou sistema, os erros são reduzidos.

Dessa forma, existe uma maior confiabilidade nas informações obtidas que serão utilizadas para tomar decisões concretas e efetivas na sua gestão.

Ganhar produtividade no dia a dia

Além da possibilidade de cometer erros no processo, a coleta e análise de dados de forma manual ocupa muito tempo na rotina do gestor. Quando essa tarefa é substituída pelo uso da integração via API, a produtividade da frota também aumenta consideravelmente.

Evitar duplicidade de dados

Quando o trabalho é realizado manualmente ou através de um integração manual, existe a possibilidade de você acabar usando o mesmo dado duas (ou mais) vezes.

Por isso, entender a API e utilizar esse recurso na sua frota resulta em uma gestão mais eficiente, garantindo a confiabilidade e qualidade das suas informações para análise.

Como funciona a API nas frotas?

A API funciona a partir de um conjunto de regras e protocolos que possibilitam a comunicação eficiente e segura entre diversos softwares e plataformas. Ela define os métodos e formatos pelos quais os dados podem ser solicitados, transmitidos e recebidos. 

Nas frotas, sua principal função é integrar os setores que compõem a operação e que precisam de uma comunicação mais prática e eficiente.

Por exemplo, considere os diferentes sistemas específicos para fazer a gestão de uma frota, desde o software de gestão de pneus, até o de controle de manutenção e de multas de uma operação.

Ao conectar softwares de gestão de pneus, manutenção, etc., você permite a troca automática e contínua de dados. Isso significa que informações sobre a condição dos pneus podem influenciar diretamente nos planos de manutenção, otimizando a utilização dos veículos e reduzindo custos.

Tipos de API

Além de entender o que é uma API, conheça as suas diferentes categorias: 

  • API pública: não há regulamentações ou custos associados à sua utilização, qualquer pessoa tem acesso e pode usá-la.
  • API de parceiros: essa API exige autorização para ser utilizada e é destinada apenas a desenvolvedores.
  • API privada: para a comunicação de informações exclusivamente para a empresa, a API restrita é utilizada somente para uso interno.
  • API composta: essa categoria reúne duas ou mais APIs com a intenção de apoiar sistemas de maior complexidade.

Como criar e utilizar uma API na sua gestão de frotas?

O primeiro passo para criar uma API é ter um setor de TI na sua operação, pois conhecimentos técnicos e de programação são fundamentais. Outra alternativa é contratar profissionais externos da área para esse propósito específico.

Por outro lado, há situações em que não é necessário criar a API. Muitas vezes, basta utilizar uma API pronta, disponibilizada pelas empresas que oferecem os softwares de gestão para frotas.

Em muitos desses casos, a empresa contratada também fornece o suporte necessário para realizar a integração, eliminando a necessidade de ter um setor de TI ou realizar contratações pontuais para essa finalidade.

Para aproveitar as vantagens da integração via API na sua operação, uma boa estratégia é montar um centro de controle operacional. Nessa central, você terá mais facilidade para visualizar todas as informações, monitorando e identificando padrões de uso a fim de garantir a eficiência operacional.

Ao utilizar a API, os gestores de frotas precisam ainda compreender os dados gerados por ela, assim como devem analisar relatórios, gráficos e insights fornecidos pela API. Isso permitirá a tomada de decisões mais embasadas e estratégicas, maximizando os resultados da sua operação.

As soluções da Prolog possuem uma API aberta, fornecendo grande facilidade na integração com todo e qualquer sistema que você utiliza para a sua frota. Conheça nossas plataformas e as possibilidades para otimizar a sua gestão!

Perguntas frequentes

O que significa a sigla API?

API vem de Application Programming Interface — em português, Interface de Programação de Aplicativos. É um recurso tecnológico usado para integrar sistemas diferentes e cruzar de modo automatizado os dados que cada um guarda. Na prática, ela é um conjunto de protocolos e regras que estabelece de que forma cada informação é solicitada, enviada e recebida entre as plataformas conectadas.

Para que serve uma API na gestão de frotas?

A função principal é conduzir a troca de dados entre os sistemas integrados, o que agiliza a rotina de análise de dados e a tomada de decisão. Ao conectar, por exemplo, o software de pneus com o de manutenção, a informação sobre a condição de um pneu pode influenciar diretamente o plano de manutenção. Com os setores integrados, o gestor enxerga melhor o que acontece na operação e pode acelerar a descoberta de problemas.

Quais são os tipos de API?

Quatro categorias costumam aparecer. A API pública não tem regulamentações nem custos associados ao uso: qualquer pessoa tem acesso a ela. A API de parceiros exige autorização e é destinada apenas a desenvolvedores. A API privada é restrita e serve à comunicação de informações exclusivamente dentro da empresa. Já a API composta junta duas ou mais delas, para dar suporte a sistemas de maior complexidade.

Preciso ter um time de TI para usar uma API na frota?

Nem sempre. Criar uma API do zero exige conhecimento técnico e de programação, então o primeiro passo seria ter um setor de TI na operação ou contratar profissionais externos para isso. Só que em parte dos casos nada disso precisa ser desenvolvido: muitas empresas que vendem software de gestão para frotas já disponibilizam uma API pronta e, em muitos desses casos, também dão o suporte necessário para fazer a integração.

Que ganhos a integração via API traz para o dia a dia da frota?

O compartilhamento de dados entre setores deixa de depender de alguém exportar de um sistema e lançar em outro, o que reduz os erros de transferência manual e aumenta a confiabilidade das informações usadas para decidir. Coletar e analisar dados à mão também consome muito tempo do gestor, então a integração tende a aumentar a produtividade. Outro ganho é evitar a duplicidade, ou seja, o mesmo dado usado duas ou mais vezes.

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