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Tecnologia e eficiência logística

A logística 4.0 é importante para a gestão de frotas?

Luiz Felipe Luiz Felipe 3 min de leitura
A logística 4.0 é importante para a gestão de frotas?

O que é logística 4.0? O que isso significa? Por que é importante? Entenda a história por trás desse conceito e como ele se aplica na gestão de frotas.

O termo “4.0” determina uma nova era para a logística, mais moderna e tecnológica. Com o avanço e desenvolvimento de novos produtos e sistemas, o investimento na área da logística também tem sido forte.

Hoje, já há diversas soluções para o transporte e o conceito de “logística 4.0” representa a adaptação que as transportadoras estão fazendo para tornar seus processos mais ágeis e eficientes ao reduzir custos.

Logística 4.0: de onde vem o termo?

Podemos voltar na história e falar sobre a revolução industrial para entender a resposta a essa pergunta. O alemão Klaus Schwab fala sobre a Quarta Revolução Industrial, ou Indústria 4.0, onde a tecnologia é a grande dominadora das mudanças.

As três revoluções industriais prévias tiveram seus marcos: o descobrimento e disseminação do uso de eletricidade, o modo de produção em estilo de linhas de montagem e o surgimento da tecnologia da informação.

A quarta revolução toma por base a tecnologia incorporada anteriormente para trazer a quebra de paradigmas com a automatização de processos. Ou seja, aliando máquinas e ferramentas à tecnologia e processos digitais.

Por que a logística 4.0 é importante?

Esta visa trazer otimização para a cadeia de distribuição. Assim, todos os processos envolvidos, desde armazenamento, expedição e transporte, são impactados pelas novas tecnologias desenvolvidas ao longo dos anos.

O principal objetivo e efeito esperado pela aplicação dessas novidades é a agilidade e produtividade, com redução do trabalho manual. Ainda mais, os ganhos de eficiência, que geram a redução de tempo para cada tarefa e menores custos nas operações.

A necessidade de mudança vai além do emprego da tecnologia. Antes disso, é preciso enfrentar as barreiras culturais e a resistência existente dentro da operação quanto a mudanças.

É preciso primeiro que gestores e colaboradores possam reconhecer as ineficiências dos processos, para que então possam buscar soluções tecnológicas que lhes deem o apoio e as condições necessárias para melhorar a forma de trabalhar.

Logística 4.0 na gestão de frotas: qual o impacto?

A integração de processos e informações entre todos os envolvidos na cadeia de suprimentos é excelente para o trabalho das transportadoras e frotas. Por que?

É um auxílio para prazo de entregas menores, melhor aproveitamento das frotas e custos com o transporte de cargas, geração de dados relevantes para tomadas de decisões que visam a melhoria, entre outros benefícios.

Como implementar na transportadora?

Há várias formas para a sua gestão de frotas praticar a logística 4.0, aplicando tecnologias de rastreamento de cargas, comunicação da equipe interna, coleta precisa e análise de dados das operações de transporte (quilometragem rodada, velocidade média por quilômetro, tempo de embarque e desembarque, etc.).

No Prolog, toda a estrutura e orientação da empresa estão alinhadas aos conceitos da Logística 4.0.

Os esforços de desenvolvimento e oferta de soluções estão voltados justamente ao propósito de incorporar tecnologia à rotina de transportadoras e empresas de diversos segmentos que mantêm uma operação rodoviária de transportes.

Conheça nossa solução.

Assista o vídeo abaixo e entenda mais sobre logística 4.0!

Perguntas frequentes

Minha transportadora ainda controla tudo no papel. Por onde eu começo a modernizar?

Antes de escolher ferramenta, reconheça onde os processos falham hoje. A necessidade de mudança vai além de empregar tecnologia: esbarra em barreiras culturais e na resistência que existe dentro da operação. Gestores e colaboradores precisam enxergar a ineficiência para então buscar soluções que deem apoio ao trabalho. Depois disso, a coleta precisa e a análise dos dados sustentam as decisões seguintes: tempo de embarque e desembarque, velocidade média por quilômetro, quilometragem rodada.

De onde vem esse número 4.0 que aparece em indústria, logística e manutenção?

Vem da Quarta Revolução Industrial, tema do alemão Klaus Schwab, em que a tecnologia é a grande protagonista das mudanças. As três revoluções anteriores tiveram seus próprios marcos: o uso da eletricidade, depois a produção em linhas de montagem e, por fim, o surgimento da tecnologia da informação. Já a quarta toma por base o que havia sido incorporado antes e quebra paradigmas pela automatização de processos, aliando máquinas e ferramentas a processos digitais.

O que a logística 4.0 muda no dia a dia de quem gerencia uma frota?

O ganho vem de integrar processos e informações entre todos os elos da cadeia de suprimentos, algo que favorece transportadoras e frotas. Na prática, isso ajuda a encurtar prazos de entrega, a aproveitar melhor os veículos disponíveis, a lidar com os custos do transporte de cargas e a gerar dados relevantes para decisões de melhoria. Não é um único recurso: é a operação inteira passando a trabalhar sobre informação compartilhada.

Como colocar a logística 4.0 em prática numa operação de transporte?

Não há um caminho único. Uma gestão de frotas pratica a logística 4.0 por frentes como a comunicação da equipe interna e a coleta precisa, com análise dos dados que o transporte gera: tempo de embarque e desembarque, velocidade média por quilômetro, quilometragem rodada. Nada disso depende de um único produto: o termo descreve uma nova era da logística, mais moderna e tecnológica, em que o investimento no setor tem sido forte.

Qual é o retorno que a logística 4.0 promete para uma transportadora?

O objetivo principal e o efeito esperado da aplicação dessas novidades são agilidade e produtividade, com menos trabalho manual. A partir daí vêm os ganhos de eficiência, que reduzem o tempo gasto em cada tarefa e diminuem os custos das operações. Vale lembrar que o conceito descreve uma adaptação em curso nas transportadoras, não um pacote pronto: o resultado depende de quais processos a empresa decide digitalizar primeiro.

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