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Gestão de frotas

Como fazer a manutenção e gestão de diferentes tipos de transporte?

Jade Zart Jade Zart 5 min de leitura
Como fazer a manutenção e gestão de diferentes tipos de transporte?

Nas rodovias, diariamente, passam diferentes tipos de transporte, como o de cargas, de passageiros e de pacientes.

Em cada cenário, também há outros fatores que diferem, além dos veículos utilizados, como as leis e a necessidade de especialização dos motoristas da frota. Para que tudo seja realizado da maneira correta e sem problemas, é preciso ter conhecimento de seu setor e de como fazer uma boa gestão.

Além disso, você precisa conhecer as particularidades de cada veículo. Portanto, entenda, a seguir:

Quais são os diferentes tipos de transporte?

Geralmente, o transporte rodoviário se refere ao transporte de cargas. Mas, dentro dessa categoria, podemos falar no transporte de insumos, matéria-prima e mercadorias.

Os congelados, carga viva (animais) e carga perigosa são outros tipos de transporte que podemos encontrar. Cada um desses necessita do uso de veículos específicos.

Além desses, o transporte de passageiros e de pacientes também exigem uma frota na empresa, a qual necessita de cuidados através de uma gestão planejada e eficiente.

Como é a gestão de frotas para os diferentes tipos de transporte?

Os veículos de transporte de cargas e de pessoas são diferentes, e a responsabilidade para cada tipo deve ser respeitada. Como gestor de frota, é preciso conhecer não apenas quais são os veículos da frota e delegar para onde vai cada um.

Você deve entender sobre legislação, manutenção, dados, finanças, entre outras áreas essenciais ao conhecimento de um gestor. E ainda mais, precisa ter habilidades interpessoais, para saber lidar com os colaboradores da frota e possíveis atritos do dia a dia.

Essas características devem ser comuns a toda e qualquer operação. Agora, existem algumas habilidades que precisam ser mais trabalhadas dependendo de qual dos tipos de transporte estiver atuando.

Por exemplo, um gestor no transporte de cargas precisa conhecer os modelos de caminhões mais econômicos, quais as falhas mais comuns e como distribuir as cargas para evitar danos tanto à carga quanto ao veículo.

Já quem é responsável por uma frota de ônibus, deve prestar atenção aos itens internos do veículo, sendo um dos grandes objetivos de empresas desse ramo proporcionar maior conforto aos passageiros.

Ou seja, a maior diferença está nas especificações que cada gestor deve ter. Tanto em relação às leis para cada um dos tipos de transporte, já que caminhões de carga possuem algumas regras diferentes que os ônibus e ambulâncias. 

Contudo, um dos principais aspectos é entender o funcionamento e manutenção dos veículos da frota.

Como funciona a manutenção de veículos nos diferentes tipos de transporte?

Confira alguns exemplos que podemos trazer, dos principais veículos encontrados no transporte atualmente:

Manutenção de veículos no transporte de pacientes

As ambulâncias costumam entrar na categoria de furgões e/ou vans, mas a grande questão na manutenção delas não é em relação ao veículo em si, mas o que está dentro dele: os equipamentos médicos e aparelhos do pronto socorro.

É fundamental que, em uma inspeção rotineira, seja verificado o funcionamento de todos os aparatos existentes e se algo foi retirado em algum atendimento e precisa ser reposto para os próximos.

A legislação determina que a revisão das ambulâncias é obrigatória, tanto em seu sistema mecânico quanto elétrico. Portanto, sempre que estiver previsto no cronograma encaminhar o veículo à oficina, solicite a revisão completa.

Manutenção de veículos no transporte de cargas

Os veículos de transporte de cargas podem ser diversos, desde motos até caminhões pesados. Portanto, para cada empresa e frota, também devem ser analisados os casos com especificidade.

Em todos os casos, o padrão na manutenção dessas frotas é possuir um checklist de inspeção e ter o próprio motorista auxiliando nessas revisões rotineiras. Dessa forma, encaminhando o veículo a um profissional especializado apenas quando um serviço, de fato, é necessário.

A frequência de realização do checklist é um dos fatores para determinar o que deve ser inspecionado no veículo em cada momento. De maneira geral, alguns itens mais importantes para cada veículo incluem:

  • Caminhões: filtros de ar, óleo, freios, suspensão, pneus, quinta roda, sistema elétrico, caixa de fusíveis e módulo de injeção.
  • Carros: óleo, freios, correia dentada, filtros, suspensão, pneus, bateria, velas e água do radiador.
  • Motos: bateria, cabos, correia, filtros e freios.
  • Máquinas pesadas: vazamentos, ruídos e alertas.

Manutenção de veículos no transporte de passageiros

O transporte de passageiros pode acontecer também com furgões e vans, além do ônibus. Quando este último for o principal, os cuidados devem ser os mesmos de um caminhão na parte externa, verificando motor, pneus, freios, faróis, etc. 

Porém, o cuidado também deve ser realizado com atenção na parte interna, já que é onde os passageiros ficam. Para exemplificar algumas tarefas:

  • Os bancos precisam ser inspecionados por furos ou rasgos e defeitos na inclinação;
  • É preciso verificar o funcionamento do ar-condicionado para cada lugar do ônibus;
  • As luzes devem estar todas funcionando;
  • Quando o transporte oferece água ou lanches, é preciso verificar a necessidade de reposição destes;
  • O banheiro deve estar sempre limpo.

Alguns itens podem parecer detalhes muito pequenos, mas fazem a diferença para uma empresa que busca fidelizar os clientes viajantes.

Mesmo para os diferentes tipos de transporte, uma coisa que os gestores têm em comum é que conseguem trazer economia, segurança e padronização à frota através do Prolog App.

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Perguntas frequentes

Minha frota transporta carga e passageiros ao mesmo tempo. O que muda na gestão?

Muda a especialização, não a base. Legislação, manutenção, dados e finanças são exigências comuns a qualquer operação, assim como as habilidades interpessoais para lidar com a equipe e os atritos do dia a dia. O que se ajusta é a ênfase: quem responde por caminhão precisa dominar modelos econômicos, falhas frequentes e distribuição da carga; quem responde por ônibus precisa prestar atenção também aos itens internos do veículo, porque conforto do passageiro é objetivo de negócio nesse ramo.

O que inspecionar em uma ambulância além da parte mecânica?

Os equipamentos médicos que ela carrega. Ambulâncias costumam ser furgões ou vans, então a estrutura do veículo se parece com a de outros utilitários — a diferença está no que fica dentro dela. Na inspeção de rotina, verifique se todos os aparatos funcionam e se algo usado em um atendimento precisa ser reposto para o próximo. A revisão do sistema mecânico e do elétrico, por sua vez, é obrigatória por lei: peça a revisão completa sempre que o veículo for à oficina.

Como organizar a inspeção quando a frota tem caminhão, carro e moto?

Padronize por tipo de ativo e envolva quem dirige. Nas frotas de carga, o padrão é manter um checklist de inspeção com o próprio motorista participando das revisões de rotina, e levar o veículo ao especialista apenas quando o serviço for mesmo necessário. A lista muda conforme o ativo: no caminhão entram quinta roda, módulo de injeção, caixa de fusíveis, filtros, freios, suspensão e pneus; no carro, correia dentada, velas, bateria e água do radiador; na moto, cabos, correia, filtros, bateria e freios.

Qual a diferença entre a manutenção de um ônibus e a de um caminhão?

A parte externa é parecida; a interna, não. No ônibus, os cuidados externos seguem a mesma lógica do caminhão — motor, pneus, freios, faróis. A diferença está no salão de passageiros: bancos precisam ser checados contra furos, rasgos e defeito de inclinação, o ar-condicionado deve funcionar em cada lugar, todas as luzes acesas, o banheiro limpo e, quando há serviço de bordo, água e lanche repostos. Parecem detalhes, mas pesam para quem quer fidelizar o cliente viajante.

As regras são as mesmas para caminhão, ônibus e ambulância?

Não. As especificações mudam conforme o tipo de transporte, e caminhões de carga seguem regras diferentes das aplicadas a ônibus e ambulâncias — a revisão da ambulância, por exemplo, é obrigatória por lei. Por isso a legislação está entre as áreas que o gestor de frota precisa dominar, ao lado de manutenção, dados e finanças: cada categoria de veículo carrega o seu próprio conjunto de exigências, e não dá para tratar a frota como um bloco só.

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